Apendicite Aguda e Apendicectomia

Apendicite aguda é a inflamação do apêndice cecal ou apêndice vermiforme, um órgão que é ligado ao cólon (intestino grosso) e não se sabe exatamente as suas funções. Algumas teorias acreditam que ele é um órgão em involução. A apendicite ocorre na maior parte das vezes devido a um processo obstrutivo da luz do apêndice cecal por fezes endurecidas (fecalito) ou por aumento dos tecidos linfóides (do nosso sistema de defesa ou sistema imune), que ficam localizados nas paredes do apêndice, em resposta a uma infecção viral sistêmica prévia. Outras causas mais raras de apendicite são tumores do apêndice (cerca de 1% das causas), corpo estranhos (palitos de fósforo, de dentes ou ossos), parasitas, torções ou obstrução da artéria que irriga o apêndice. Esse processo obstrutivo cursa com uma infecção dentro do apêndice e que pode se romper e se disseminar para toda a cavidade abdominal. Se não tratada precocemente e adequadamente, pode levar o paciente à morte por septicemia (infecção generalizada).

A apendicectomia é uma cirurgia realizada em casos de inflamação, obstrução ou infecção do apêndice cecal. Este procedimento é indicado pelos médicos quando o paciente apresenta sintomas de apendicite, como dor abdominal, mal estar e febre. Geralmente, a cirurgia leva de 30 minutos a uma hora em média, e pode ser feita de duas maneiras diferentes: apendicectomia por laparoscopia e apendicectomia convencional.

A apendicectomia por laparoscopia, na maioria das vezes, é a opção cirúrgica mais indicada, feita através do laparoscópio (aparelho que permite a visibilização e a realização de cirurgias dentro da cavidade abdominal por meio de uma câmara inserida por um fino tubo abdominal), sendo menos invasiva e deixando cicatrizes menores no paciente. Durante o procedimento, são feitas pequenos orifícios para a introdução de materiais como pinças, e uma câmera que permite que o cirurgião avalie toda a região acometida, permitindo a remoção do apêndice infectado dentro de uma bolsa plástica.

Já na apendicectomia convencional, os médicos promovem uma incisão maior no paciente, ao lado direito do abdômen, sendo aproximadamente cinco centímetros. O apêndice é então retirado manualmente. Desta forma, o tempo de recuperação será maior do que no procedimento feito por laparoscopia, deixando uma cicatriz um pouco mais evidente.

Em alguns casos o cirurgião deixa um dreno que serve para evitar o acúmulo de secreções ou pus dentro do abdome do paciente.

Apendicite aguda é a inflamação do apêndice cecal ou apêndice vermiforme, um órgão que é ligado ao cólon (intestino grosso) e não se sabe exatamente as suas funções. Algumas teorias acreditam que ele é um órgão em involução. A apendicite ocorre na maior parte das vezes devido a um processo obstrutivo da luz do apêndice cecal por fezes endurecidas (fecalito) ou por aumento dos tecidos linfóides (do nosso sistema de defesa ou sistema imune), que ficam localizados nas paredes do apêndice, em resposta a uma infecção viral sistêmica prévia. Outras causas mais raras de apendicite são tumores do apêndice (cerca de 1% das causas), corpo estranhos (palitos de fósforo, de dentes ou ossos), parasitas, torções ou obstrução da artéria que irriga o apêndice. Esse processo obstrutivo cursa com uma infecção dentro do apêndice e que pode se romper e se disseminar para toda a cavidade abdominal. Se não tratada precocemente e adequadamente, pode levar o paciente à morte por septicemia (infecção generalizada).

A apendicectomia é uma cirurgia realizada em casos de inflamação, obstrução ou infecção do apêndice cecal. Este procedimento é indicado pelos médicos quando o paciente apresenta sintomas de apendicite, como dor abdominal, mal estar e febre. Geralmente, a cirurgia leva de 30 minutos a uma hora em média, e pode ser feita de duas maneiras diferentes: apendicectomia por laparoscopia e apendicectomia convencional.

A apendicectomia por laparoscopia, na maioria das vezes, é a opção cirúrgica mais indicada, feita através do laparoscópio (aparelho que permite a visibilização e a realização de cirurgias dentro da cavidade abdominal por meio de uma câmara inserida por um fino tubo abdominal), sendo menos invasiva e deixando cicatrizes menores no paciente. Durante o procedimento, são feitas pequenos orifícios para a introdução de materiais como pinças, e uma câmera que permite que o cirurgião avalie toda a região acometida, permitindo a remoção do apêndice infectado dentro de uma bolsa plástica.

Já na apendicectomia convencional, os médicos promovem uma incisão maior no paciente, ao lado direito do abdômen, sendo aproximadamente cinco centímetros. O apêndice é então retirado manualmente. Desta forma, o tempo de recuperação será maior do que no procedimento feito por laparoscopia, deixando uma cicatriz um pouco mais evidente.

Em alguns casos o cirurgião deixa um dreno que serve para evitar o acúmulo de secreções ou pus dentro do abdome do paciente.

Apendicectomia: pré-operatório

Antes de realizar a cirurgia, é necessário tranquilizar o paciente e dizer que a dor será aliviada e a cirurgia não irá interferir na função gastrointestinal. Em casos iniciais de inflamação no apêndice, o paciente deverá permanecer em jejum por 8 horas, para assegurar que tudo ocorra bem durante o procedimento.
Se o caso apresentar maior gravidade e estiver em estágio avançado, os médicos não esperam o jejum recomendado, e a cirurgia é realizada assim mesmo, sem essa recomendação.

Como funciona o pós-operatório

O pós-operatório da apendicectomia pode variar de acordo com a técnica cirúrgica utilizada, ou pelas possíveis complicações que possam acontecer. Mas, geralmente, é recomendado que o paciente permaneça no hospital de um a dois dias, em recuperação, quando faz uso de antibióticos, analgésicos e soros na veia, até que o intestino volte a funcionar e seja capaz de absorver os nutrientes dos alimentos ingeridos.

Após uma semana, é importante já marcar um retorno ao médico, para que ele avalie a evolução pós-cirúrgica, e se for preciso, oriente outra vez o paciente até que ele se recupere completamente. Mas, na maioria das vezes, é importante evitar esforços físicos e manter uma alimentação saudável.

A alimentação pode incluir legumes, frutas, carne branca e peixe. Nas primeiras 24 horas, o ideal é ingerir uma quantidade grande de líquidos, e evitar alimentos gordurosos, carne vermelha, chocolate e molho. Importante lembrar que todas as refeições precisam ser feitas em quantidades pequenas. Não esqueça de tomar os medicamentos prescritos pelos médicos, que geralmente são os antibióticos, analgésicos, anti-inflamatórios e protetores gástricos.

DR. MARCELO LINHARES

CRM 112046

Sou Marcelo Linhares, graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará, em 1989.

No ano de 1998, fiz mestrado em Medicina (Gastroenterologia Cirúrgica) pela Universidade Federal de São Paulo, com aperfeiçoamento em Cirurgia  Hepatobiliar, na Université Paris-Sud XI no Centre Hépato-Biliaire do Hôpital Paul Brousse, Paris-FRA, em 2000.

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