Cirurgia da hérnia umbilical

A hérnia umbilical é caracterizada por uma protuberância, ou seja, uma saliência formada no umbigo, que piora ao fazer esforços abdominais. Por mais que seja comum em bebês, e que nestes casos, não é necessário uma intervenção imediata, a cirurgia de hérnia umbilical é indicada para evitar possíveis complicações, como o encarceramento e o estrangulamento do intestino.

No início da apresentação a hérnia umbilical pode não causar sintomas, mas quando aumenta de tamanho, o paciente poderá sentir dores, principalmente ao realizar esforços físicos abdominais.

A cirurgia é indicada nas hérnias sintomáticas, que estão crescendo, naquelas complicadas com encarceramento ou estrangulamento. Nos pacientes assintomáticos também é indicada a correção cirúrgica em casos de hérnias com risco potencial de complicações, em pacientes com mais de dois anos de idade.

A hérnia umbilical é caracterizada por uma protuberância, ou seja, uma saliência formada no umbigo, que piora ao fazer esforços abdominais. Por mais que seja comum em bebês, e que nestes casos, não é necessário uma intervenção imediata, a cirurgia de hérnia umbilical é indicada para evitar possíveis complicações, como o encarceramento e o estrangulamento do intestino.

No início da apresentação a hérnia umbilical pode não causar sintomas, mas quando aumenta de tamanho, o paciente poderá sentir dores, principalmente ao realizar esforços físicos abdominais.

A cirurgia é indicada nas hérnias sintomáticas, que estão crescendo, naquelas complicadas com encarceramento ou estrangulamento. Nos pacientes assintomáticos também é indicada a correção cirúrgica em casos de hérnias com risco potencial de complicações, em pacientes com mais de dois anos de idade.

Pré-operatório

Antes de passar pelo procedimento cirúrgico, serão solicitados ao paciente alguns exames pré-operatórios, que dependerão também de sua idade, e se ele apresenta ou não alguma doença crônica. Os exames mais comuns a serem realizados são: eletrocardiograma, raios-x do tórax, hemograma, coagulograma, ureia, creatinina e glicemia.

Como funciona a cirurgia?

A cirurgia de hérnia umbilical pode ser realizada por meio de uma pequena incisão na parte interna da região umbilical (denominado método aberto) ou por videolaparoscopia, onde são feitos os chamados “furinhos” no abdômen do paciente, e a cirurgia é realizada com auxílio de uma câmera introduzida no abdômen, após injeção de gás carbônico (pneumoperitônio).

Cirurgia aberta

A cirurgia da hérnia umbilical pelo método aberto pode ser realizada com anestesia peridural ou geral. É feita uma incisão no umbigo que varia em tamanho de acordo com as dimensões que a hérnia se apresenta.

Logo após a incisão, os médicos cirurgiões abrem o saco herniário, avaliam o seu conteúdo e reduzem a hérnia para dentro do abdômen do paciente. Em seguida, a abertura da parede abdominal (chamada de anel herniário) é fechada com pontos não absorvíveis.

Na maior parte das correções de hérnias umbilicais os médicos recomendam o reforço do local operado com uma tela de material inerte e resistente (polipropileno), para diminuir as chances de recidiva da hérnia umbilical. Em crianças, a cirurgia deve ser feita somente após os dois anos de idade.

Cirurgia por videolaparoscopia

A cirurgia por videolaparoscopia também é realizada sob anestesia geral. Esse procedimento é considerado pouco invasivo. Logo no início, o cirurgião injeta gás carbônico dentro do abdome para criar uma cavidade virtual temporária, onde os médicos realizam o procedimento cirúrgico propriamente dito.

Depois é feito um pequeno furo de 1,2 centímetros (para a passagem da câmera) sendo possível avaliar a hérnia umbilical internamente por um monitor de vídeo. Outros dois furinhos de meio centímetro cada são introduzidos no abdome para a passagem das pinças de trabalho.

Assim, o conteúdo da hérnia é tracionado e reduzido para dentro da cavidade abdominal, e a abertura na parede abdominal (hérnia propriamente dita) é suturada e reforçada internamente com uma tela.

Pós-operatório

A recuperação do paciente após a cirurgia é relativamente rápida, e dependerá da técnica a ser utilizada. O tempo de internação é de 12 a 24 horas, e geralmente, por volta de 3 a 5 dias, já será possível voltar às atividades do dia a dia. O retorno para as atividades profissionais deve acontecer 1 ou 2 semanas após, desde que o paciente não levante nenhum tipo de peso por pelo menos 10 dias.

Nos primeiros dias após a cirurgia é normal apresentar um pouco de dor ou desconforto na região. Para controlar esses efeitos pós-cirúrgicos, serão indicados medicamentos analgésicos. O paciente já deve agendar um retorno com o médico cirurgião uma semana após o procedimento.

Pós-operatório

A recuperação do paciente após a cirurgia é relativamente rápida, e dependerá da técnica a ser utilizada. O tempo de internação é de 12 a 24 horas, e geralmente, por volta de 3 a 5 dias, já será possível voltar às atividades do dia a dia. O retorno para as atividades profissionais deve acontecer 1 ou 2 semanas após, desde que o paciente não levante nenhum tipo de peso por pelo menos 10 dias.

Nos primeiros dias após a cirurgia é normal apresentar um pouco de dor ou desconforto na região. Para controlar esses efeitos pós-cirúrgicos, serão indicados medicamentos analgésicos. O paciente já deve agendar um retorno com o médico cirurgião uma semana após o procedimento.

DR. MARCELO LINHARES

CRM 112046

Sou Marcelo Linhares, graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará, em 1989.

No ano de 1998, fiz mestrado em Medicina (Gastroenterologia Cirúrgica) pela Universidade Federal de São Paulo, com aperfeiçoamento em Cirurgia  Hepatobiliar, na Université Paris-Sud XI no Centre Hépato-Biliaire do Hôpital Paul Brousse, Paris-FRA, em 2000.

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