CÂNCER DE ESTÔMAGO

O câncer de estômago, conhecido também como câncer gástrico, é considerado o terceiro tipo de câncer de maior incidência entre os homens, e o quinto entre a população feminina. Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), mais de 20 mil novos casos da doença surgem por ano no Brasil.

Antes de se desenvolver, a doença provoca alterações pré-cancerosas no revestimento interno do estômago, e cresce lentamente, conforme passam os anos. Por isso, é sempre importante saber quais são os fatores de risco, de modo a evitá-los precocemente.

Existem alguns tipos de cânceres do estômago, entre eles o adenocarcinoma (o mais comum), os tumores neuroendócrinos, os tumores estromais do trato digestivo (também chamados de GIST) e os linfomas.

O câncer de estômago, conhecido também como câncer gástrico, é considerado o terceiro tipo de câncer de maior incidência entre os homens, e o quinto entre a população feminina. Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), mais de 20 mil novos casos da doença surgem por ano no Brasil.

Antes de se desenvolver, a doença provoca alterações pré-cancerosas no revestimento interno do estômago, e cresce lentamente, conforme passam os anos. Por isso, é sempre importante saber quais são os fatores de risco, de modo a evitá-los precocemente.

Existem alguns tipos de cânceres do estômago, entre eles o adenocarcinoma (o mais comum), os tumores neuroendócrinos, os tumores estromais do trato digestivo (também chamados de GIST) e os linfomas.

Possíveis causas do
câncer de estômago

Possíveis causas do câncer de estômago

As causas do câncer de estômago não são totalmente comprovadas, mas sabe-se que existe uma correlação muito forte com a infecção crônica assintomática pelo Helicobacter pilory (H. pilory), um tipo de bactéria que pode ser transmitida de pessoa para pessoa, principalmente relacionada aos péssimos hábitos alimentares, deficiência de medidas de higiene pessoal (não lavar as mãos) e no preparo e manuseio dos alimentos (contaminação fecal oral).

Outros fatores que podem contribuir com o risco do câncer de estômago são:

  • Consumo excessivo de sal;
  • Excesso de peso;
  • Ingestão de água com uma concentração alta de nitratos;
  • Tabagismo;
  • Consumo de álcool;
  • Lesões pré-cancerosas (como a gastrite atrófica e a anemia perniciosa);
  • Trabalhar exposto à radiação ionizante (raios-x e gama);
  • Exposição a agrotóxicos;
  • Histórico familiar de câncer de estômago.

Sintomas do câncer de estômago

Em sua fase inicial, a doença não apresenta sintomas específicos, e quando surgem alguns sinais, muitas vezes podem ser confundidos com outros tipos de problemas gástricos, como úlcera ou gastrite.
Quando o paciente apresenta alguns sintomas, os mesmos podem ser vagos e inespecíficos, como:

  • Perda de apetite;
  • Perda de peso;
  • Fadiga;
  • Azia persistente;
  • Sangue nas fezes;
  • Vômito com sangue;
  • Inchaço abdominal após as refeições (empachamento ou estufamento pós-prandial – sensação costumeiramente referida pelo paciente como se tivesse “engolido um boi”);
  • Dificuldade em engolir os alimentos;
  • Episódios repetidos de indigestão.

Diagnóstico do câncer de estômago

O câncer de estômago pode ser diagnosticado por meio de biópsia, que geralmente é feita durante uma endoscopia. Este exame é muito simples e é realizado sob sedação (o paciente permanece dormindo e não vê o exame). Um fino tubo contendo uma câmera na sua extremidade (endoscópio) é introduzido pela boca do paciente, descendo pelo esôfago e chegando ao estômago, que é cuidadosamente examinado e visualizado e, se necessário o endoscopista colherá uma pequena amostra do tecido para realizar uma biópsia ou para determinar a presença do H. Pilory. Também podem ser realizados exames de imagem, como raios-x contrastado e tomografia computadorizada.

Tratamento do câncer de estômago

Existem algumas opções de tratamento para a doença, mas elas dependerão do estágio e da evolução do tumor. Um dos métodos mais importantes é a cirurgia.

Neste caso, a operação dependerá de quanto o tumor se espalhou e em quais outros órgãos ele chegou. Quando está restrito ao estômago ou aos linfonodos peri-gástricos, ele pode ser completamente removido através da gastrectomia total ou parcial (procedimentos cirúrgicos para remoção do estômago).

Estes procedimentos poderão ser realizados pela cirurgia aberta, pela laparoscopia, pela técnica robótica, ou pela combinação delas.

A radioterapia e a quimioterapia são opções de tratamento antes ou após a cirurgia. A radioterapia é realizada quando o tumor não pode ser completamente removido somente com a cirurgia. A quimioterapia deve ser empregada naqueles pacientes com disseminação mais profunda, para os linfonodos ou naqueles pacientes com metástases distantes. Ela melhora a sobrevida, a qualidade de vida e pode até mesmo curar os pacientes acometidos. Cada vez mais são utilizados tratamentos imunoterápicos adjuvantes à cirurgia e à quimioterapia, que têm mostrado resultados promissores em sub-grupos seletos de pacientes.

Diagnóstico do câncer de estômago

O câncer de estômago pode ser diagnosticado por meio de biópsia, que geralmente é feita durante uma endoscopia. Este exame é muito simples e é realizado sob sedação (o paciente permanece dormindo e não vê o exame). Um fino tubo contendo uma câmera na sua extremidade (endoscópio) é introduzido pela boca do paciente, descendo pelo esôfago e chegando ao estômago, que é cuidadosamente examinado e visualizado e, se necessário o endoscopista colherá uma pequena amostra do tecido para realizar uma biópsia ou para determinar a presença do H. Pilory. Também podem ser realizados exames de imagem, como raios-x contrastado e tomografia computadorizada.

Tratamento do câncer de estômago

Existem algumas opções de tratamento para a doença, mas elas dependerão do estágio e da evolução do tumor. Um dos métodos mais importantes é a cirurgia.

Neste caso, a operação dependerá de quanto o tumor se espalhou e em quais outros órgãos ele chegou. Quando está restrito ao estômago ou aos linfonodos peri-gástricos, ele pode ser completamente removido através da gastrectomia total ou parcial (procedimentos cirúrgicos para remoção do estômago).

Estes procedimentos poderão ser realizados pela cirurgia aberta, pela laparoscopia, pela técnica robótica, ou pela combinação delas.

A radioterapia e a quimioterapia são opções de tratamento antes ou após a cirurgia. A radioterapia é realizada quando o tumor não pode ser completamente removido somente com a cirurgia. A quimioterapia deve ser empregada naqueles pacientes com disseminação mais profunda, para os linfonodos ou naqueles pacientes com metástases distantes. Ela melhora a sobrevida, a qualidade de vida e pode até mesmo curar os pacientes acometidos. Cada vez mais são utilizados tratamentos imunoterápicos adjuvantes à cirurgia e à quimioterapia, que têm mostrado resultados promissores em sub-grupos seletos de pacientes.

DR. MARCELO LINHARES

CRM 112046

Sou Marcelo Linhares, graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará, em 1989.

No ano de 1998, fiz mestrado em Medicina (Gastroenterologia Cirúrgica) pela Universidade Federal de São Paulo, com aperfeiçoamento em Cirurgia  Hepatobiliar, na Université Paris-Sud XI no Centre Hépato-Biliaire do Hôpital Paul Brousse, Paris-FRA, em 2000.

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