Colecistectomia

Conhecida como cirurgia de retirada da vesícula biliar, a colecistectomia é indicada em casos de cálculos ou pedras na vesícula, pólipos, quando existe inflamação na vesícula ou o órgão apresenta sinais cancerígenos. Na quase totalidade dos casos, o procedimento é feito por meio de laparoscopia, o que permitirá uma recuperação mais rápida. Mas, algumas vezes, pode ser necessário recorrer à cirurgia convencional, principalmente quando trata-se do tratamento do câncer.

Quando a colecistectomia é realizada de forma programada, o procedimento levará em torno de 60 minutos. Essa é uma intervenção cirúrgica considerada de baixa morbidade e mortalidade desprezível.

Conhecida como cirurgia de retirada da vesícula biliar, a colecistectomia é indicada em casos de cálculos ou pedras na vesícula, pólipos, quando existe inflamação na vesícula ou o órgão apresenta sinais cancerígenos. Na quase totalidade dos casos, o procedimento é feito por meio de laparoscopia, o que permitirá uma recuperação mais rápida. Mas, algumas vezes, pode ser necessário recorrer à cirurgia convencional, principalmente quando trata-se do tratamento do câncer.

Quando a colecistectomia é realizada de forma programada, o procedimento levará em torno de 60 minutos. Essa é uma intervenção cirúrgica considerada de baixa morbidade e mortalidade desprezível.

Os tipos de colecistectomia

Colecistectomia aberta ou convencional

Cirurgia realizada através de uma incisão no abdômen, para a retirada da vesícula. Geralmente, a recuperação é um pouco mais demorada, e a cicatriz costuma ser visível. Esta cirurgia é realizada nos casos de tratamento do câncer da vesícula quando o cirurgião tem que ampliar as margens de ressecção da cirurgia, ou nos casos de inflamações avançadas e complicadas.

Colecistectomia laparoscópica

Também chamada de cirurgia por vídeo laparoscopia, é um procedimento realizado com anestesia geral, a partir de pequenos orifícios no abdômen. O médico cirurgião introduz os instrumentos e uma câmera por meio de finos tubos (trocateres), para que a cirurgia seja realizada com mínimas incisões (cirurgia minimamente invasiva). Isso permitirá ao paciente uma recuperação menos dolorosa, evolução será mais rápida e as cicatrizes são quase imperceptíveis.

Ambas as técnicas cirúrgicas apresentam a mesma finalidade, porém são feitas de formas diferentes. A decisão sobre qual delas deve ser utilizada dependerá da necessidade apresentada (indicação da colecistectomia), ou dependerá da tolerabilidade do paciente. Aqueles que apresentam graves distúrbios cardio-respiratórios toleram menos o pneumoperitônio (a insuflação de ar no abdome durante a cirurgia), que é necessário para a realização da laparoscopia.

Nestes casos raros os pacientes devem ser operados pela técnica convencional ou aberta.
Pode ser que, durante o procedimento, seja feita uma colangiografia, que é a injeção de contraste nas vias biliares de modo a identificar cálculos pela utilização de radioscopia (RX).

Colecistectomia:
como funciona o
pré-operatório

Colecistectomia: como funciona o pré-operatório

Antes da cirurgia, o paciente deve informar aos médicos e aos enfermeiros sobre suas preocupações, e tirar todas as dúvidas possíveis. Caso ele esteja fazendo uso de algum medicamento, deverá comunicar ao médico cirurgião. Além disso, não se deve consumir nenhum alimento fora da dieta recomendada.

E para evitar maiores problemas, como vômitos durante o procedimento e até complicações após o mesmo, deverá ser feito um jejum de 8 horas, e durante esse tempo, é necessário que o paciente fique sem ingerir nenhum tipo de alimento, sólido ou líquido. Ele não deve ingerir nem mesmo água.

Colecistectomia: O pós-operatório

Após a cirurgia, quando o efeito da anestesia já passou, é muito comum que o paciente sinta certo desconforto na região abdominal, que pode atingir também o pescoço e até os ombros. Por isso, os médicos indicam medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos para amenizar as dores.

Inicialmente, o paciente precisa ficar em repouso relativo. Quando já estiver caminhando, podem ser feitas atividades físicas, porém, sem muito esforços.

O paciente só poderá voltar ao trabalho e realizar suas atividades diárias normalmente, como dirigir ou fazer algum esforço físico, uma ou duas semanas após o procedimento.

Nos primeiros dias, logo depois da cirurgia, a alimentação deverá ser saudável e equilibrada, e não podem ser ingeridos alimentos gordurosos. Deve-se investir em carnes magras, peixe, frango, legumes, verduras e frutas.

Colecistectomia: O pós-operatório

Após a cirurgia, quando o efeito da anestesia já passou, é muito comum que o paciente sinta certo desconforto na região abdominal, que pode atingir também o pescoço e até os ombros. Por isso, os médicos indicam medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos para amenizar as dores.

Inicialmente, o paciente precisa ficar em repouso relativo. Quando já estiver caminhando, podem ser feitas atividades físicas, porém, sem muito esforços.

O paciente só poderá voltar ao trabalho e realizar suas atividades diárias normalmente, como dirigir ou fazer algum esforço físico, uma ou duas semanas após o procedimento.

Nos primeiros dias, logo depois da cirurgia, a alimentação deverá ser saudável e equilibrada, e não podem ser ingeridos alimentos gordurosos. Deve-se investir em carnes magras, peixe, frango, legumes, verduras e frutas.

DR. MARCELO LINHARES

CRM 112046

Sou Marcelo Linhares, graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará, em 1989.

No ano de 1998, fiz mestrado em Medicina (Gastroenterologia Cirúrgica) pela Universidade Federal de São Paulo, com aperfeiçoamento em Cirurgia  Hepatobiliar, na Université Paris-Sud XI no Centre Hépato-Biliaire do Hôpital Paul Brousse, Paris-FRA, em 2000.

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